Lideranças indígenas protestaram ontem, em Brasília, em reação à morte do guarani-kaiowá Simeão Vilhalva, de 24 anos, no último sábado (29), no município sul-mato-grossense Antônio João. Eles levaram um caixão para a frente do Palácio do Planalto, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Ministério da Justiça.Segundo o Conselho Missionário Indígena (Cimi), o crime ocorreu quando um grupo de fazendeiros tentou retomar à força, e por conta própria, terras ocupadas por indígenas desde agosto. Outros dez índios, entre crianças, ficaram feridos, conforme as lideranças. O Ministério da Justiça confirmou que o ministro José Eduardo Cardozo vai amanhã (2) a Campo Grande para tratar das disputas territoriais entre indígenas e produtores rurais no estado. Nesta terça-feira (1º), tropas do Exército inciaram uma operação para conter os conflitos. Presidente da CUT/MS e Ministro da Justiça Em documento encaminhado à presidenta Dilma Rousseff, o governador Reinaldo Azambuja ressaltou qu...
Liderança comunitária da Rocinha ironiza "panelaço" da elite " Bater panela em São Conrado e Leblon tomando champanhe é mole. Quero ver carregar água na cabeça na favela e acordar cedo pra ir trabalhar no ônibus lotado", afirmou Davison Coutinho, morador da Rocinha, em artigo publicado no Jornal do Brasil sobre o "panelaço" dos inconformados com o resultado das urnas realizado nesta terça-feira (5), durante exibição do programa de TV do PT. "Onde estavam 'elles' para protestar contra a redução da maioridade penal, contra a desigualdade social, contra a pobreza nas favelas, contra o descaso do governo nas favelas, contra a PEC da terceirização?", questionou. Davison tem 24 anos e é membro da comissão de moradores da Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu. É professor, escritor e bacharel em desenho industrial pela PUC-Rio onde também faz o mestrado. "Enquanto a elite carioca e de outros 21 estados fizeram de seus luxuosos apartamentos ...
Manifestação em Brasilia contra o Golpe politico no Brasil O ostensivo espetáculo de transgressões jurídicas para impedir a presença do ex-presidente Lula no escrutínio que definirá o futuro do país dentro de apenas quatro meses, acaba de galgar mais um degrau constrangedor. O salto reflete o clima de últimos dias de Pompéia vivido no quadro de um golpe que já jogou a toalha em todas as dimensões. Exceto uma. Impedir que o maior líder popular brasileiro --o único, ainda, com capacidade para superar o estilhaçamento político da nação deixe o cárcere e ouse construir um novo pacto da democracia social com o desenvolvimento na oitava maior economia da terra. Nisso se resume o ‘derradeiro trem para Paris’ no qual a aliança da mídia com a escória, o dinheiro e o judiciário se amarrota em busca de um assento mitigador. Nem que para isso seja imperativo preservar a desordem na economia. E o caos na esfera política. Desordem econômica funcional, diga-se, para sepultar as chan...
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