Liderança comunitária da Rocinha ironiza "panelaço" da elite " Bater panela em São Conrado e Leblon tomando champanhe é mole. Quero ver carregar água na cabeça na favela e acordar cedo pra ir trabalhar no ônibus lotado", afirmou Davison Coutinho, morador da Rocinha, em artigo publicado no Jornal do Brasil sobre o "panelaço" dos inconformados com o resultado das urnas realizado nesta terça-feira (5), durante exibição do programa de TV do PT. "Onde estavam 'elles' para protestar contra a redução da maioridade penal, contra a desigualdade social, contra a pobreza nas favelas, contra o descaso do governo nas favelas, contra a PEC da terceirização?", questionou. Davison tem 24 anos e é membro da comissão de moradores da Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu. É professor, escritor e bacharel em desenho industrial pela PUC-Rio onde também faz o mestrado. "Enquanto a elite carioca e de outros 21 estados fizeram de seus luxuosos apartamentos ...
Médicos Populares se solidarizam com estudante atacada por discurso sobre políticas de saúde Após discursar sobre as mudanças que o Governo Dilma proporcionou para sua vida, a estudante de medicina Ana Luiza Lima, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), sofreu várias ofensas em sua página do facebook Reprodução: NBR A estudante de medicina Ana Luiza Lima, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), denunciou, em seu perfil no Facebook, as ofensas sofridas após discurso na cerimônia de dois anos do Programa Mais Médicos, em Brasília. Luiza falou sobre as transformações que a educação provocou na sua vida, a partir da oportunidade de estudar medicina por políticas públicas do governo Dilma Rousseff. “Vadia”, “ignorante”e “médica vagabunda pobre” foram alguns dos adjetivos usados por médicos e estudantes para ofendê-la. “Fui atacada em minha página pessoal brutalmente por médicos e futuros médicos, além de outras pessoas. O machismo e a elite mostraram s...
Ataques a Lula atingem democracia e conquistas Foto fonte pesquisa: site: bahiaempauta Sob a manchete “Muitos Lulas” o jornal Movimento descreveu, em 14 de maio de 1979, a pronta reação dos trabalhadores em greve, em São Bernardo do Campo, à prisão do então sindicalista Luíz Inácio da Silva. Isso ocorreu há 36 anos e os trabalhadores, que exigiam melhores salários, lutavam contra da ditadura militar e o arbítrio policial. Aquele foi um episódio de grande visibilidade da luta de classes que se desenvolvia. E o preso pela repressão ia além da figura do líder sindical importante em que Lula se transformara. Ele era também a imagem da exigência de transformação que pulsava na mente dos trabalhadores e do povo, sentimento que aquela manchete foi feliz em traduzir. Nestas quase quatro décadas o Brasil mudou, com grande participação de Lula e dos trabalhadores. A ditadura militar foi derrotada e a disputa pela presidência da República deu lugar a embates decisivos, sobretudo d...
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